Quando o alvo deixa de valer
Alvo se escolhe ao jogar e se confere de novo ao resolver. Um alvo ilegal não apaga a mágica inteira se ainda sobrar outro alvo legal.
Escolhe agora, confere na resolução
A palavra “alvo” no texto é o que mira. Você escolhe na hora de conjurar ou de pôr a habilidade na pilha. Hexproof, proteção e “não pode ser alvo” olham essa hora e olham de novo quando a mágica vai resolver.
Se no meio o permanente sai, muda de controlador de um jeito que o texto não permite, ou ganha proteção contra aquela fonte, o alvo pode ficar ilegal. A mágica não “escolhe outro” sozinha. Trocar alvo pede um efeito que diga isso.
Fizzle é apelido de mesa
Se todos os alvos ficaram ilegais, a parte do efeito que dependia deles não acontece. Na mesa isso se chama fizzle. Não é um tipo de card. A mágica ainda resolve no sentido de sair da pilha; ela só não aplica o que não tem mais onde aplicar.
Mágica com dois alvos é outra conversa. Perder um não salva o outro. O alvo que continua legal ainda leva o efeito. Só quando não resta nenhum alvo legal é que a parte “alvo” inteira falha.
Sem a palavra alvo, não é mira
“Cada criatura” não escolhe um permanente. Hexproof não esconde de um efeito global. Proteção também não para dano de uma fonte que não mira e não é da qualidade proibida — leia o que a proteção barra e o que o texto realmente faz.
“Um oponente à sua escolha” pode ser escolha sem ser alvo. A diferença aparece quando alguém tenta usar hexproof de jogador. Se o texto não diz alvo, esse escudo não entra na conversa.