Formatos na prática da mesa
Commander, limitado e construído não mudam a pilha. Mudam o tamanho do deck, a vida, o que pode repetir e o que a identidade de cor barra.
A regra de jogo é a mesma
Pilha, prioridade, combate e dano não trocam de formato. O que muda é a construção e algumas condições de vitória. Confundir “isso é ilegal no meu formato” com “a pilha não funciona assim” é o atalho que gera briga.
Se a carta resolve de um jeito no Standard, ela resolve do mesmo jeito no Commander, salvo texto de formato ou banimento. Banida significa que não entra na lista. Não significa que, se já está na mesa por engano, a regra de resolução vira outra.
Commander é deck, cor e 21
Cem cards, sem repetir nome (básicos à parte), identidade de cor do commander e 40 de vida. Além de cair a 0 ou chegar a 10 venenos, 21 de dano de combate daquele commander no mesmo jogador elimina esse jogador. Mágica, luta e ping não entram nessa conta.
Híbrido e símbolo no texto contam para a identidade, não só o custo do canto. Dois commanders parceiros têm contas de 21 separadas. Imposto só existe ao jogar a partir da zona de comando.
Limitado monta na hora; construído traz a lista
No limitado você abre boosters (ou sela) e monta o deck ali, em geral 40 cards, com sideboard do que ficou de fora. No construído a lista já chega pronta, com mínimo de 60 e side de até 15, no modelo usual de torneio.
A melhor de três usa o side entre os jogos. Commander de mesa única não tem esse intervalo. Dizer “no side” numa partida de commander casual não move card nenhum: ou está no deck de 100 ou não está na partida.