Mana e a reserva que some
Mana não fica no bolso de um turno para o outro. Veja o que a reserva guarda, o que cor pede e por que virar terreno não se anula.
Mana é combustível, não carta
Na mesa, mana é o que você produz para pagar custo. Terreno básico virado gera a cor dele. Outras permanentes e habilidades também geram. O card continua no campo; o que mudou foi a reserva, aquele monte invisível de mana disponível agora.
Custo genérico aceita qualquer mana. Custo colorido pede aquela cor. Híbrido aceita uma das opções escritas. Você paga na hora de conjurar. Se faltar um mana da cor certa, a mágica não entra na fila.
A reserva esvazia no fim da etapa
O mana que você gerou neste passo fica disponível até o fim da etapa ou fase em que você está, na regra usual. Não atravessa para o turno seguinte. “Flutuar” é a gíria de gerar agora e gastar ainda nesta janela, antes de a reserva esvaziar.
Por isso a frase “guardo dois verdes para o turno dele” quase sempre está errada. Se ninguém gastou, eles somem quando a etapa acaba. Card que diz o contrário é exceção de texto, não o padrão da mesa.
Virar para mana não vai à pilha
Habilidade de mana acontece na hora. Virar a Ilha põe o azul na reserva sem fila. Não existe “responder ao virar”. O que o oponente responde é a mágica que aquele mana pagou, depois que ela já está na pilha.
Jogar terreno também não é mágica. Na sua fase principal, pilha vazia, em geral uma vez por turno. Quando a prioridade volta, o terreno já está no campo. Aí sim dá para destruir, devolver à mão ou responder a um disparo de “quando um terreno entra”.