Onde o card está muda a regra
Mão, grimório, campo, cemitério, exílio e comando não são o mesmo lugar. A zona decide o que você pode olhar, o que dispara e o que some.
Cada zona é um lugar com regra própria
Magic não acontece só na mesa. A mão é privada. O grimório é o deck, em geral de costas. O campo de batalha é onde os permanentes existem de verdade: virar, bloquear e “entrar” só fazem sentido ali. Cemitério é público e a ordem importa. Exílio é o “fora do jogo” que ainda é uma zona.
Mudar de zona é o evento. Entrar no campo dispara uma coisa. Ir ao cemitério dispara outra. Um card no exílio não está morto no cemitério: efeito que traz do cemitério não o alcança, salvo se o texto disser exílio.
O que a mesa pode olhar
Cemitério e exílio são zonas públicas na regra usual: qualquer jogador pode olhar e a ordem do cemitério deve ser preservada. A mão e o grimório não. Pedir para “ver o deck” no meio da partida não é um direito; é combinação de mesa ou efeito que manda revelar.
Ficha não é card. Quando sai do campo, ela deixa de existir. Não empilha no cemitério para ser reanimada depois. Se a jogada dependia de “uma criatura no cemitério”, a ficha não conta.
Comando e sideboard são zonas de formato
No Commander, a zona de comando guarda o commander quando ele iria ao cemitério ou ao exílio e o dono escolhe mandá-lo para lá. Jogar a partir do comando cobra o imposto. Reanimar do cemitério não paga esse imposto, porque não saiu do comando.
Sideboard existe no construído e no limitado, não na partida de Commander casual de 100 cards. É um conjunto à parte, usado entre os jogos da melhor de três. Card no side não está na mão, no grimório nem no campo.